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1) Meu velho, qual o seu nome? De onde você é? Há quanto tempo vocês está envolvido com moda e como se envolveu com isso?
Olá, sou Sérgio G.G. Bento, nascido em Brasília Distrito Federal, envolvido a 1 ano e meio, junto com a NEGRESS. Sempre me amarrei em estilos de vida diferentes e como havia percebido que as MARCAS BRASILEIRAS, na minha opinião, só querem ganhar dinheiro sem prezar em produzir MATERIAL bom e de qualidade, algo simples mas diferenciado, resolvi começar a produzir um material que preenche-se essa lacuna no meio urbano.
2) Porque a Negress?
Sempre quis fazer um nome com uma levada total negra. Ai pensei em uma marca que tivesse um nome que não limitasse qualquer que fosse a tribo. Então me veio a NEGRESS, um nome que desce tanto para HOMENS como MULHERES.
3) De onde vem a inspiração para o corte das roupas? Você fica antenado na moda de rua?
Em relação ao corte, eu estou sempre de olho no que acontece de MELHOR no mundo a fora. Sou bastante curioso e admiro muito as principais marcas dos EUA como SEAN JOHN, ROCA WEAR, PATH FARM...
4) Como está a procura da marca?
Apenas 1 ano de vida é pouco tempo para ter uma base do que ainda esta por vir. Mas posso adiantar que mesmo com tão pouco tempo a NEGRESS está cada vez mais vem tomando o seu espaço, sendo muito reconhecida por varias tribos e bastante procurada nas lojas em que ela é revendida.
5) Como empresário, o que você acha que está faltando para formarmos uma economia de moda mais forte e auto- sustentável dentro hip hop?
O principal é deixar de pensar exclusivamente em dinheiro e começar a produzir ótimos produtos, diferenciados, a maioria dos clientes possam reconhecer e usar. Como por exemplo as marcas de fora do país que são usadas aqui no Brasil, penso que as marcas brasileiras tem que ser reconhecidas fora também. Mas pra isso a qualidade deve estar em primeiro lugar.
6) Como estão os projetos para a Negress em 2009?
Baseado no ano passado, já estou pegando mais pesado nesse início de ano. Os projetos já estão prontos. Em relação as coleções, irei refazer umas peças da coleção do ano passada para o catalogo desse ano e já estou produzindo muitas peças novas.
7) Deixe uma mensagem aos nossos micro empresários do hip hop que querem montar sua própria grife e deixe os contatos para quem quiser conhecer ou adquirir uma peça Negress.
Desistir Nunca, Humildade e seja diferente no simples, porque o igual tem de monte!!
Email – bynegress@gmail.com
Tel – (061) 9200-1754 Sérgio
www.fotolog.com/bynegress
Orkut – NEGRESS
Entrevista com DJ Léo e Rebeca organizadores da festa Microfonia.Gravidade - Por favor, se apresentem! Quem é quem e á quanto tempo estão envolvidos com a música?
DJ Léo - Olá meu nome é Léo, tenho 26 anos, trabalho como auxiliar administrativo, nas horas vagas estou aprendendo produção musical e agora desenvolvendo produção de eventos. Gosto de música desde criança, escuto rap desde meus 11 anos de idade e comecei a me envolver com música aos 18 quando fiz o curso de DJ com o Dj Ocimar na Pro-Vinil no Conic.
Rebeca - Olá meu nome é Rebeca, tenho 26 anos, trabalho como auxiliar administrativo e body piercing da Black Lotus tattoo (www.blacklotus.com.br), onde comecei minhas primeiras produções. Produzi e idealizei 6 edições da festa Contrast Art SHow, projeto vinculado a loja que procura unir a body art e musica, trazendo em suas edições grandes deejays locais e de todo o país juntamente com exposições no segmento da Body Art e Arte Urbana. Já se apresentaram no palco do Contrast Art Show: Slim Rimografia, Thiago Beat Box, Felipe Neo, Kamau, Erick Jay e na última edição Dj Cia, Max B.O. e Digital Dubs.
Gravidade - Por que a batalha Microfonia?
DJ Léo e Rebeca – A idéia da batalha é movimentar os elementos do Hip-Hop, incentivar os MC´s a continuarem rimando, evoluindo e mantendo a raíz.
Gravidade - Quem são os músicos e DJ’s convidados para a edição de estréia da festa?
DJ Léo e Rebeca - A primeira edição conta com a presença do Mc Marechal (RJ), DJ A (Gog), DJ Jamaika e DJ Batman (Batidão Sonoro) e ainda com participação de 16 Mc´s locais.
Gravidade - Na opinião de vocês, como andam os bailes e baladas de rap no DF?
DJ Léo – Eu acho que os bailes de rap nas periferias do DF, tinham que passar por um processo de renovação, reestruturação e investimento nas rádios, nos locais de festa e na sonorização. Já as festas do centro da cidade, estão caminhando bem, mais precisamos inovar em algumas coisas, valorizar mais o artistas locais e a música que é feita no nosso país.
Rebeca - Brasília tem um público bem instruído para a música, a galera aqui gosta de ouvir coisa boa, temos que incentivar isso, e investir, fazer acontecer, trazer gente de fora e mostrar para que viemos.
Gravidade - E as novas safras do rap made in Brasília? Que expectativas o rap tem para esse fim de década na opinião de vocês?
DJ Léo e Rebeca – A gente acredita bastante na nova geração do Rap de Brasília e do Brasil, como o: Rapadura, Cleyton Mc, Abuh e etc. Mas precisamos de assessorias, gente para trabalhar na produção, na publicidade, na fotografia, no figurino, no marketing. Precisamos de mais gente nos bastidores, porque o artista sozinho não consegue ou não tem experiência para executar esse tipo de serviço.
Gravidade - Quais os próximos planos da festa Microfonia?
DJ Léo e Rebeca – Evoluir no nosso seguimento que é o Hip-Hop, valorizar os artistas locais, trazer todos os elementos como o: beatbox, o boombox, os sneakers as tranças e pentiados, a cultura lowrider, a tatuagem, ou seja, a cultura urbana em geral.